População ribeirinha do Tapacurá sobre o espaço urbano de Vitória de Santo Antão - PE: qualidade de vida

Os recursos naturais quando são explorados de forma irracional acarretam degradação ambiental. O desenvolvimento sustentável deve promover um meio ambiente ecologicamente equilibrado, somado a justiça social e a uma economia eficiente. Eis algumas agressões sofridas pelo rio Tapacurá: retirada da ma...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: de Albuquerque Melo, Carolina
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2006
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPE
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpe.br:123456789/6231
Acceso en línea:https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6231
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:IDH
População
Tapacurá
Descripción
Sumario:Os recursos naturais quando são explorados de forma irracional acarretam degradação ambiental. O desenvolvimento sustentável deve promover um meio ambiente ecologicamente equilibrado, somado a justiça social e a uma economia eficiente. Eis algumas agressões sofridas pelo rio Tapacurá: retirada da mata ciliar, queimada, manejo inadequado na agropecuária, erosão, despejo de lixo e de esgoto, sem a sociedade e o poder público demonstrarem maiores preocupações. É ainda insuficiente o número de pessoas conscientes da situação não só do rio, como da população ribeirinha, tão castigada pela última enchente. O objetivo geral desta dissertação é analisar a qualidade de vida da população ribeirinha urbana usando o parâmetro renda, escolaridade e expectativa de vida. Entre os procedimentos metodológicos, realizou-se delimitação cartográfica, pesquisa iconográfica e entrevistas junto aos moradores ribeirinhos a fim de encontrar subsídios para comprovar a sua real qualidade de vida. Apesar do IDH municipal ter aumentado da década de 1990 aos dias atuais, ainda está longe do tão almejado desenvolvimento sustentável, principalmente para os habitantes das margens do Tapacurá, já tão castigado pela questão da enchente em 2005