Diferencial salarial público-privado: uma análise sobre o prêmio brasileiro (2016-2019)

O presente artigo estima o diferencial salarial entre funcionário do setor público e privado de 2016 a 2019 utilizando a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio Continua, o que permitiu avaliação do diferencial por características individuais. Para avaliação do prêmio foram utilizados dois método...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Sonoda, Matheus Ribeiro
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Fundação Getulio Vargas (FGV)
Repositorio:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.fgv.br:10438/30117
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/10438/30117
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Salary difference
Fixed effects
Random effect
Diferença salarial
Efeitos fixos
Efeitos aleatórios
Oaxaca-Blinder
Economia
Salários
Setor privado
Serviço público
Estatística
Descripción
Sumario:O presente artigo estima o diferencial salarial entre funcionário do setor público e privado de 2016 a 2019 utilizando a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio Continua, o que permitiu avaliação do diferencial por características individuais. Para avaliação do prêmio foram utilizados dois métodos de regressão e dois métodos de decomposição do prêmio, no estudo utilizamos regressões por mínimos quadrados e a decomposição por Oaxaca-Blinder convencional na segunda parte utilizamos uma análise em painel regredida por efeitos fixos e aleatórios e a decomposição por uma extensão do modelo de Oaxaca-Blinder para modelos em painel. Na metodologia transversal foi encontrado uma diferença de 62,3% favorável ao funcionário público sendo que 75% possui explicação por variáveis observáveis os outros 25% representam efeitos de variáveis não observadas, ou seja um diferencial não explicado de aproximadamente 12%. Já quando consideramos os dados em painel, nossa decomposição aponta que 73% deste diferencial é explicado por efeitos fixos, 18% por características dos agentes e apenas 11% representado por variáveis não observáveis representando uma diferença de aproximadamente 6%, metade da estimada sem considerar efeitos fixos. Os resultados ainda indicam um aumento no percentual não explicado do diferencial ao longo do tempo, isto é, manutenção ou elevação do prêmio do setor público sem, necessariamente, um aumento de produtividade.