[pt] A NÃO OBLITERAÇÃO DA FIGURA DO DRAMATURGO EXTERNO E NÃO PARTICIPANTE EM UMA ESCRITA CÊNICA QUE INVESTE EM DRAMATURGIAS PESSOAIS: BRASIL E ANGOLA NA MARÉ DE HOJE NÃO SAIO DAQUI
[pt] A presente dissertação se debruça sobre a criação cênica Hoje Não Saio Daqui – espetáculo ocorrido no Rio de Janeiro, resultado do encontro artístico entre a Cia Marginal, atores e atrizes angolanos moradores da Maré convidados e o dramaturgo Jô Bilac – para investigar de que maneira a dimensão...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:MAXWELL.puc-rio.br:60913 |
| Acesso em linha: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=60913&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=60913&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.60913 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | [pt] PERFORMANCE [pt] JO BILAC [pt] CIA MARGINAL [pt] MIGRACOES ANGOLANAS [pt] FRONTEIRAS [pt] COMPLEXO DA MARE [pt] TEATRO CONTEMPORANEO [pt] DRAMATURGIA [en] PERFORMANCE [en] JO BILAC [en] CIA MARGINAL [en] ANGOLAN MIGRATIONS [en] BORDERS [en] COMPLEXO DA MARE [en] CONTEMPORARY THEATRE [en] DRAMA |
| Resumo: | [pt] A presente dissertação se debruça sobre a criação cênica Hoje Não Saio Daqui – espetáculo ocorrido no Rio de Janeiro, resultado do encontro artístico entre a Cia Marginal, atores e atrizes angolanos moradores da Maré convidados e o dramaturgo Jô Bilac – para investigar de que maneira a dimensão performativa e relacional de sua dramaturgia e seu investimento nas chamadas escritas de si proporcionam uma abordagem dupla sobre a questão das fronteiras contemporâneas. Por um lado, as histórias narradas pelos migrantes angolanos explicitam as fronteiras materiais e subjetivas enfrentadas pelos mesmos tanto em suas travessias de África até o Brasil quanto aquelas que recaem sobre seus corpos na circulação dentro do território brasileiro – tecnologias que operam através do controle de deslocamentos e velocidades, da racialização e da fronteirização dos corpos. Por outro, o apelo para a diferença e à necessidade de separação manifestos na disposição autobiográfica da dramaturgia, que envolve posicionamentos e reivindicações próprias dos performers, paradoxalmente revê as fronteiras pensadas como sua hipótese primordial, e ativa a possibilidade de um regime de bordas (KIFFER) e de uma nova Cosmópolis (AGIER). Por fim, examina-se de que maneira a não obliteração da figura do dramaturgo externo e não participante em uma escrita cênica que investe em dramaturgias pessoais e na presença de corpos falantes produz materialidades que repensam uma política do comum. |
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