Tail risk forecasting with gas models

Este artigo compara previsões de Value-at-Risk (VaR) e Expected Shortfall (ES) obtidas atrav es do modelo GAS proposto por Creal et al. (2013) com modelos alternativos. Primeiramente e feita uma investigação dentro-da-amostra do GAS semiparametrico de Blasques et al. (2014) e e proposta uma metodolo...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Neto Lima, Luiz Bezerra de Oliveira
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2018
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositório:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:inglês
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/187601
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/187601
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Volatilidade
Econometria
Generalized autoregressive score (GAS)
Expected shortfall (ES)
Value at risk (VaR)
Volatility forecasting
Kernel density
Semiparametric GAS
Descrição
Resumo:Este artigo compara previsões de Value-at-Risk (VaR) e Expected Shortfall (ES) obtidas atrav es do modelo GAS proposto por Creal et al. (2013) com modelos alternativos. Primeiramente e feita uma investigação dentro-da-amostra do GAS semiparametrico de Blasques et al. (2014) e e proposta uma metodologia para a escolha da bandwidth. A parte empirica e realizada atraves de dois estudos distintos. O primeiro tem como foco explorar a capacidade preditiva da especificação semiparametrica contra modelos parametricos. A segunda compara os diversos modelos param etricos para avaliar se o aumento da complexidade do modelo tem impacto direto na qualidade da previsão de medidas de risco. O estudo empírico e conduzido com oito indices, quatro taxas de câmbio de moedas internacionais e duas taxas de câmbio de cripto-moedas. Os modelos são comparados em termos de Quantile Loss de Gonzales-Rivera (2014) e através do procedimento MCS de Hansen et al. (2011). Os resultados indicam que os modelos semiparam etricos melhoram a qualidade de previs~ao dos modelos GAS(n) para o VaR e a ES. Modelos mais complexos como Beta-Skew-t-EGARCH de Surracat e Harvey (2013) produzem melhores resultados que os modelos mais basicos. Contudo, utilizando o procedimento MCS encontramos que na maioria dos casos os modelos são estatisticamente equivalentes em termos da sua habilidade em prever o VaR.