O Conatus em Descartes, Hobbes e Espinosa
Conceito oriundo do debate a respeito do movimento, o conatus, entendido como inclinação ou esforço, será um dos temas centrais da física seiscentista. Este artigo pretende explicitar o contexto de elaboração do conceito de conatus no século XVII, ou pelo menos na obra de três de seus principais fil...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Paraná (UFPR) |
| Repositorio: | Revista Dois Pontos (Curitiba. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/57176 |
| Acceso en línea: | https://revistas.ufpr.br/doispontos/article/view/57176 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Conatus movimento inclinação Descartes Hobbes Espinosa |
| Sumario: | Conceito oriundo do debate a respeito do movimento, o conatus, entendido como inclinação ou esforço, será um dos temas centrais da física seiscentista. Este artigo pretende explicitar o contexto de elaboração do conceito de conatus no século XVII, ou pelo menos na obra de três de seus principais filósofos: Descartes, Hobbes e Espinosa. Em Descartes, o conceito de conatus ainda se separa do conceito de movimento propriamente dito. Tal separação desaparece em Hobbes, para quem o conatus será apresentado como um movimento ínfimo, com consequências não só para a Física, mas também para a Ética e a Política. Com Espinosa, por sua vez, o conceito ganhará contornos nitidamente ontológicos, tornando-se a chave para entender a essência das coisas singulares. |
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