[pt] QUEM SE TORNA UM CRIMINOSO?: EVIDÊNCIA DO BRASIL
[pt] Nós investigamos seleção à criminalidade. Especificamente, nós usamos uma base de dados inédita sobre prisioneiros de 24 dos 26 estados brasileiros e ricos dados administrativos para traçar os perfis de criminosos nascidos entre 1996 e 2002. Nós os comparamos com não-criminosos da mesma coorte...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:MAXWELL.puc-rio.br:72004 |
| Acceso en línea: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=72004&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=72004&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72004 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | [pt] CRIME [pt] CRIMINOSO [pt] DECISAO CRIMINAL [pt] CRIMINALIDADE [en] CRIME [en] CRIMINAL [en] CRIMINAL DECISION |
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[pt] QUEM SE TORNA UM CRIMINOSO?: EVIDÊNCIA DO BRASIL[en] WHO BECOMES A CRIMINAL?: EVIDENCE FROM BRAZIL[pt] CRIME[pt] CRIMINOSO[pt] DECISAO CRIMINAL[pt] CRIMINALIDADE[en] CRIME[en] CRIMINAL[en] CRIMINAL DECISION[pt] Nós investigamos seleção à criminalidade. Especificamente, nós usamos uma base de dados inédita sobre prisioneiros de 24 dos 26 estados brasileiros e ricos dados administrativos para traçar os perfis de criminosos nascidos entre 1996 e 2002. Nós os comparamos com não-criminosos da mesma coorte usando um modelo de probabilidade linear com efeitos fixos de ano de nascimento e de lugar. Nossos achados sugerem que criminosos vem de lugares mais urbanos e vulneráveis, com uma maior exposição a outros criminosos. Além disso, nossos resultados indicam que a estrutura familiar importa e que pais de criminosos são economicamente mais vulneráveis do que pais de não-criminosos. Por fim, criminosos tem piores resultados educacionais, um histórico de detenção juvenil, e piores resultados no mercado de trabalho. [en] We investigate selection into criminality. Specifically, we use a novel dataset on inmates across 24 of 26 Brazilian states and rich administrative data to draw the profiles of criminals born between 1996 and 2002. We compare them with non-criminal individuals from the same cohort using a linear probability model with year of birth and place fixed effects. Our findings suggest that criminals come from more urban and vulnerable places, with a higher exposure to other criminals. In addition, our results indicate that family structure matters and that parents of criminals are more economically vulnerable than parents of non-criminals. Finally, criminals have worse educational performance, a history of juvenile detention, and worse labor market performance.MAXWELLGUSTAVO MAURICIO GONZAGA2025-07-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=72004&idi=1https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=72004&idi=2http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.72004engreponame:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)instname:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)instacron:PUC_RIOinfo:eu-repo/semantics/openAccessBERNARDO RENNO DUQUE2025-07-31T00:00:00Zoai:MAXWELL.puc-rio.br:72004Repositório InstitucionalPRIhttps://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/ibict.phpopendoar:5342025-07-31T00:00Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)false |
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[pt] Nós investigamos seleção à criminalidade. Especificamente, nós usamos uma base de dados inédita sobre prisioneiros de 24 dos 26 estados brasileiros e ricos dados administrativos para traçar os perfis de criminosos nascidos entre 1996 e 2002. Nós os comparamos com não-criminosos da mesma coorte usando um modelo de probabilidade linear com efeitos fixos de ano de nascimento e de lugar. Nossos achados sugerem que criminosos vem de lugares mais urbanos e vulneráveis, com uma maior exposição a outros criminosos. Além disso, nossos resultados indicam que a estrutura familiar importa e que pais de criminosos são economicamente mais vulneráveis do que pais de não-criminosos. Por fim, criminosos tem piores resultados educacionais, um histórico de detenção juvenil, e piores resultados no mercado de trabalho. |
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