Plantio de oleaginosas por agricultores familiares do semi-árido nordestino para produção de biodiesel como uma estratégia de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

O aumento das concentrações de Gases de Efeito Estufa tem sido apontado como o principal agente de mudança nos processos dinâmicos da atmosfera, promovendo mudanças climáticas com ameaças à humanidade. A redução das emissões de GEE para a atmosfera pode ser alcançada pela adoção de medidas mitigador...

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Detalhes bibliográficos
Autor: MONTEIRO, J. M. G.
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2007
País:Brasil
Recursos:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Repositorio:Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/339673
Acesso em linha:http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/339673
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Agricultura Familiar
Mudança Climática
Biodiesel
Descrição
Resumo:O aumento das concentrações de Gases de Efeito Estufa tem sido apontado como o principal agente de mudança nos processos dinâmicos da atmosfera, promovendo mudanças climáticas com ameaças à humanidade. A redução das emissões de GEE para a atmosfera pode ser alcançada pela adoção de medidas mitigadoras, tais como o uso de energia renovável, como o biodiesel, em substituição aos combustíveis fósseis. Os estudos sobre os impactos das alterações climáticas trouxeram preocupações a respeito das condições de pobreza e da capacidade de adaptação de países/regiões/setores/comunidades especialmente vulneráveis. O semi-árido nordestino conjuga aspectos de fragilidade socioeconômica, aos impactos futuros decorrentes das mudanças climáticas, sobre a atividade agrícola local. Foram analisados alguns aspectos técnicos e econômicos do plantio de oleaginosas por agricultores familiares do semi- árido e inserção desses agricultores na cadeia produtiva do biodiesel, como estratégia de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. Os cenários elaborados apontam que a redução de emissões de CO2 pelo uso de biodiesel produzido a partir da agricultura familiar pode atingir a faixa de 10% a 29% das emissões associadas a uso de óleo diesel demandado no Nordeste em 2015. Os benefícios decorrentes da inserção dos agricultores familiares na cadeia produtiva do biodiesel refletem-se na oportunidade de diversificar e organizar o processo produtivo gerar renda e emprego, sendo uma alternativa para a melhoria da capacidade de adaptação dessa população