Composição e similaridade florística do Jardim Botânico da Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil
A Mata Atlântica é um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade no mundo e, embora bem representada entre os biomas do Estado de Minas Gerais, é ainda carente em estudos florísticos que documentem a riqueza de sua flora. A área do Jardim Botânico da Universidade Federal de Juiz de Fora (JB-UFJF)...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFJF |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/958 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/958 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::ECOLOGIA Biodiversidade Conservação Corredor Ecológico Flora Mata Atlântica Floresta urbana Biodiversity Conservation Ecological Corridor Atlantic Forest Urban Forest |
| Sumario: | A Mata Atlântica é um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade no mundo e, embora bem representada entre os biomas do Estado de Minas Gerais, é ainda carente em estudos florísticos que documentem a riqueza de sua flora. A área do Jardim Botânico da Universidade Federal de Juiz de Fora (JB-UFJF) está inserida na região da Zona da Mata de Minas Gerais, município de Juiz de Fora, que sofreu os impactos da cultura cafeeira e da criação de gado. A área encontra-se em regeneração há cerca de 70 anos, estando próxima a outros fragmentos florestais de grande relevância ambiental, integrando o Corredor Ecológico da Serra do Mar. O objetivo deste estudo foi determinar a composição florística do JB-UFJF, bem como sua similaridade com fragmentos florestais situados no Sudeste brasileiro, avaliando a importância da área de estudo para a conservação da flora do município e suas relações florísticas com outros fragmentos florestais. As coletas foram realizadas em 2011 e 2012 e o material coletado está depositado no Herbário CESJ da UFJF. A similaridade foi calculada pelo índice de Jaccard, com um dendograma baseado na média de grupo (UPGMA) entre o JB-UFJF e outros 12 levantamentos florísticos de MG, RJ e SP. Foram registradas 432 espécies distribuídas em 269 gêneros e 96 famílias. As famílias mais ricas em espécies foram Fabaceae (35 spp), Melastomataceae (27 spp), Rubiaceae (27 spp), Solanaceae (21 spp), e Asteraceae (20 spp). Os gêneros mais ricos foram Miconia (15 spp), Piper (12 spp), Psychotria (9 spp) e Solanum (8 spp). Seis espécies encontradas no JB-UFJF estão categorizadas como ameaçadas de extinção na Lista Vermelha de Minas Gerais (2000). Cyclopogon variegatus teve seu primeiro registro para Minas Gerais. A riqueza específica do hábito herbáceo foi a segunda mais alta (21,29%), seguindo o arbóreo (50,46%), o que mostra a importância do componente herbáceo em levantamentos florísticos. A similaridade do JB-UFJF com outros fragmentos de Floresta Estacional Semidecidual de Minas Gerais e o padrão observado no dendograma incluem a área na tipologia Floresta Estacional Semidecidual, como área transicional do Corredor Ecológico da Serra do Mar. |
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