A territorialidade e a dimensão participativa na ciberdemocracia: o caso do Fórum Social Mundial
A proposta desta dissertação é discutir a relação da territorialidade com a dimensão participativa da democrática no contexto da sociedade digital, a partir de ideias e reflexões que envolvem duas dimensões conceituais: a tecnológica digital e a territorial. Para tanto, parte-se da premissa de que a...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Católica de Salvador (UCSAL) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UCSAL |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ri.ucsal.br:123456730/248 |
| Acceso en línea: | https://ri.ucsal.br/handle/123456730/248 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Planejamento Urbano e Regional/Demografia Territorialização e Desenvolvimento Social Territorialidade Ciberdemocracia Ciberterritório Fórum social mundial Territoriality Cyberdemocracy World social forum |
| Sumario: | A proposta desta dissertação é discutir a relação da territorialidade com a dimensão participativa da democrática no contexto da sociedade digital, a partir de ideias e reflexões que envolvem duas dimensões conceituais: a tecnológica digital e a territorial. Para tanto, parte-se da premissa de que a participação democrática sempre esteve diretamente vinculada à perspectiva territorial e que para ela acontecer é preciso sempre que haja um território de referência. No momento contemporâneo, em que muitos paradigmas começam a ser substituídos, e boa parte das relações a se dar através dos ambientes virtuais do ciberespaço, é possível se pensar que os conceitos tradicionais precisam começar a sofrer adaptações. Baseando-se nesta perspectiva, é que se propõe o conceito de ciberterritório, como sendo o produto das relações obtidas da hibridez dos espaços físicos e virtuais, com interface das tecnologias digitais que, ao propiciarem uma arquitetura de participação, jamais vista em qualquer outra fase da história, podem estar permitindo o alargamento da participação democrática, potencializando espaços de exercício de cidadania e ampliando as possibilidades de articulação política através do ciberespaço. Esse processo é aqui conceituado como ciberdemocracia. O percurso metodológico é concretizado a partir do estudo de caso do Fórum Social Mundial (FSM), através de entrevistas semi-estruturadas com participantes do FSM de 2009, em Belém/PA, do FSM Temático de 2010, em Salvador/BA, e com profissionais de diversas áreas do conhecimento, com a intenção de se verificar, não só a percepção dos participantes do movimento, mas também de outros membros da sociedade, sobre o contexto democrático contemporâneo, mediado pelas tecnologias informacionais digitais. |
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