Uma mulher desconcertante e um bicho pensativo. Chico Buarque leitor de Clarice Lispector
Na segunda metade da década de 1960, quando estava no início de sua carreira musical, Chico Buarque conheceu Clarice Lispector. Quase meio século depois, o encontro é revivido em forma de ficção no conto “Para Clarice Lispector, com candura” (2021). Por meio da construção de um sofisticado e desorie...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Literatura e Sociedade (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/231852 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/ls/article/view/231852 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | autobiografia ficcional bolsonarismo Chico Buarque Clarice Lispector intertextualidade intertextuality fictional autobiography |
| Sumario: | Na segunda metade da década de 1960, quando estava no início de sua carreira musical, Chico Buarque conheceu Clarice Lispector. Quase meio século depois, o encontro é revivido em forma de ficção no conto “Para Clarice Lispector, com candura” (2021). Por meio da construção de um sofisticado e desorientador jogo intertextual, o Chico escritor tece uma apaixonada homenagem a Clarice Lispector, resgatando as faltas do jovem artista que, na época, embora conhecesse a grande escritora, ainda ignorava a beleza de sua obra literária. |
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