Da medicina ao urbanismo: as origens do primado da mobilidade
Este trabalho trata da história do conceito de circulação - sua origem, difusão e banalização no discurso urbanístico. Atualmente é considerado um termo representativo da ideia de mobilidade, mas originou-se na medicina do século XVII, formulado pelos pesquisadores da circulação do sangue. Posterior...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1999 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-09092025-095049 |
| Acesso em linha: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16131/tde-09092025-095049/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | CIDADES (HISTÓRIA) CIRCULAÇÃO URBANA Not available PLANEJAMENTO TERRITORIAL URBANO |
| Resumo: | Este trabalho trata da história do conceito de circulação - sua origem, difusão e banalização no discurso urbanístico. Atualmente é considerado um termo representativo da ideia de mobilidade, mas originou-se na medicina do século XVII, formulado pelos pesquisadores da circulação do sangue. Posteriormente o conceito foi apropriado por várias ciências, tendo surgido na produção urbanística durante o século dezoito. Conceito-chave para o estudo da cidade contemporânea, destacou-se no pensamento desde o século dezenove. A sua consagração definitiva como um conceito expressivo do \'primado da mobilidade\' ocorreu com difusão da Carta de Atenas, escrita por Le Corbusier em 1933. A sua importância para a prática do projeto urbano será estabelecida a partir da análise de alguns exemplos conhecidos de projetos e práticas sociais urbanas ocorridas do século XVII até o início do XX, no cenário urbano europeu. |
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