“Tuve la mala suerte de comer en el Ritz": a autobiografia de Victoria Ocampo e a composição do habitus de elite em Buenos Aires em princípios do século XX
Este artigo revisa a trajetória intelectual de Victoria Ocampo à luz das reflexões de uma história intelectual sociologicamente orientada. Essa abordagem atenta ao papel de Ocampo como testemunha da constituição de um habitus cultivado, central para a composição do campo intelectual argentino. Propo...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Tempo Social (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/188475 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/ts/article/view/188475 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Victoria Ocampo Intelectual history Biography Distinction Cultural elites História intelectual Biografia Distinção Elites culturais |
| Sumario: | Este artigo revisa a trajetória intelectual de Victoria Ocampo à luz das reflexões de uma história intelectual sociologicamente orientada. Essa abordagem atenta ao papel de Ocampo como testemunha da constituição de um habitus cultivado, central para a composição do campo intelectual argentino. Proponho que três aspectos da autobiografia de Ocampo – o uso culto de línguas não maternas, a espacialidade urbana de sua criação e seu epistolário – elucidam dispositivos de consagração das atitudes intelectuais que estão na base da autoimagem da elite argentina do início do século xx e servem como paradigma para uma reflexão sobre a pertinência interdisciplinar do testemunho enquanto observatório de práticas sociais condensadas nos dispositivos de distinção cultural. |
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