Reformas trabalhistas : caminhar para um novo modelo de relações industriais

Há muito tempo tornou-se visível a inadequação do modelo brasileiro de relações de trabalho. A velha C.L.T., baseada numa concepção corporativista de organização da sociedade, já não é capaz de responder às transformações radicais que, com grande velocidade vêm alterando na prática o mundo do trabal...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Marinho, Luiz
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:1998
País:Brasil
Recursos:Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
Repositório:Repositório Institucional da IPEA (RCIpea)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/19137
Acesso em linha:https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/19137
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Trabalho
Reforma trabalhista
Empresas
Industria
Descrição
Resumo:Há muito tempo tornou-se visível a inadequação do modelo brasileiro de relações de trabalho. A velha C.L.T., baseada numa concepção corporativista de organização da sociedade, já não é capaz de responder às transformações radicais que, com grande velocidade vêm alterando na prática o mundo do trabalho. Cada vez menos a lei atual consegue incidir sobre a realidade das empresas. Além disso, o acúmulo de propostas resultantes dos debates entre trabalhadores e empresários já alcançou um nível de amadurecimento que permite uma ampla negociação para a reforma desse modelo. Sem dúvida, é hora de mudar. No entanto, é preciso que se definam procedimentos e conteúdos a serem adotados na construção do novo sistema. E com relação a estes dois aspectos que pretendo apresentar algumas ideias que considero essenciais ao êxito da reforma.