Dinâmica da degradação ambiental na bacia hidrográfica do açude Soledade-PB. Um estudo temporal (1990-2010).

Este trabalho teve o objetivo de construir com a discussão a problemática da dinâmica da degradação ambiental na bacia do açude Soledade. PB, pois se propôs avaliar os efeitos causados pelo aumento e/ou diminuição dos níveis de degradação e das classes de cobertura vegetal entre 1990 e 2010, e també...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: SILVA, Miguel José da.
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/2090
Acceso en línea:https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/2090
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Bacia Hidrográfica
Degradação das Terras
Vulnerabilidade
Geoprocessamento
Basin hydrographic
Degradation of the Lands
Vulnerability
Geoprocessing
Recursos Naturais
Descripción
Sumario:Este trabalho teve o objetivo de construir com a discussão a problemática da dinâmica da degradação ambiental na bacia do açude Soledade. PB, pois se propôs avaliar os efeitos causados pelo aumento e/ou diminuição dos níveis de degradação e das classes de cobertura vegetal entre 1990 e 2010, e também realizar um diagnóstico das vulnerabilidades sócio econômico tecnológico e ambiental das famílias rurais da bacia. A partir das informações de cobertura vegetal, relevo, uso da terra, degradação e densidade demográfica, foi descritas as áreas susceptíveis a degradação ambiental. Os resultados obtidos através dos mapas temáticos de degradação e cobertura foi utilizado imagem Satélite Landsat 5 e 7 usando técnicas de processamento utilizando-se do programa Spring 5.1.5, base descritivo do trabalho de campo, onde foi utilizado dadas do posicionamento global GPS e registro de imagens fotográficas em cada observação, e as vulnerabilidades apresentaram os percentuais de 12,8%, 46%, 68,7% e 75%, os 12,8% da social causada por distribuição de renda, baixo salubridade rural e as moradias. As conclusões foram construídas através de processos determinado de uma relação temporal das variações nos níveis degradação das terras, das classes de cobertura vegetal, e ambas tiveram evolução. O estudo contabilizou uma área de 300,2 Km2 na bacia, e que 48,3% do território em 1990, pertenciam aos níveis de degradação muito baixa e moderada baixa, em 2010 foi para 23,9% sua redução mostra que a região em estudo apresenta-se vulnerável na utilização destes recursos naturais causado pelo desmatamento no uso da pecuária extensiva e agricultura, o desordenado uso da madeira para fontes energéticas e agropecuária intensiva reduziu a vegetação nativa da região 9,8 Km² durante os vinte anos intervalo da pesquisa.