Guia de identificação dos peixes Siluriformes (Teleostei:Ostariophysi) da bacia do rio Grande, alto rio Paraná

A bacia do rio Grande pertence a porção mais estudada com relação a ictiofauna da drenagem do rio Paraná, a bacia do Alto rio Paraná. Entretanto, isso não significa que a bacia foi amostrada e inventariada em sua totalidade. Além disso, nenhuma das pesquisas apresenta ferramentas adequadas para a id...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Thereza, Mariana Ribeiro
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/153403
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/153403
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Taxonomia
Cascudos
Bagres
Chave de identificação
Taxonomy
Catfishes
Identification key
Descripción
Sumario:A bacia do rio Grande pertence a porção mais estudada com relação a ictiofauna da drenagem do rio Paraná, a bacia do Alto rio Paraná. Entretanto, isso não significa que a bacia foi amostrada e inventariada em sua totalidade. Além disso, nenhuma das pesquisas apresenta ferramentas adequadas para a identificação das espécies. Os Siluriformes, uma das seis ordens que compõem a ictiofauna da bacia do rio Grande, apresentam grande representatividade dentro da bacia, com cerca de 30% (podendo chegar a 35%) das espécies de peixes. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi a elaboração de um guia de identificação composto por chave de identificação, diagnoses e registro fotográficos das espécies de Siluriformes da bacia do rio Grande. Foram listadas 86 espécies válidas, um novo gênero e duas novas espécies para a bacia. As espécies pertencem à onze famílias, sendo Loricariidae a mais diversa, com 41% da riqueza de espécies. O material revisado de Siluriformes da bacia do rio Grande da coleção do Departamento de Zoologia de Botânica da UNESP de São José do Rio Preto foi amostrado principalmente nas drenagens do estado de São Paulo e em menor proporção nas drenagens de Minas Gerais. A curva de acumulação de espécies apresentou crescimento exponencial, indicando que apesar de extensivamente estudada, é possível que a bacia do rio Grande ainda apresente novas espécies a serem encontradas e descritas pela ciência.