Ultrastructural calli analysis of Inga vera Willd. subsp. Affinis (DC.) T.D. Penn

A compreensão da organogênese e embriogênese de plantas, nos estágios iniciais de desenvolvimento das células, requer a observação das mudanças subcelulares. No entanto, a caracterização citológica durante o desenvolvimento desses estágios não tem sido realizada com frequência na cultura de tecidos....

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Stein, Vanessa Cristina, Paiva, Renato, Vargas, Daiane Peixoto, Soares, Fernanda Pereira, Alves, Eduardo, Nogueira, Gabriela Ferreira
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFLA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/28505
Acceso en línea:https://repositorio.ufla.br/handle/1/28505
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Anthers
Ovaries
Nodal segments
Anteras
Ovários
Segmentos foliares
Descripción
Sumario:A compreensão da organogênese e embriogênese de plantas, nos estágios iniciais de desenvolvimento das células, requer a observação das mudanças subcelulares. No entanto, a caracterização citológica durante o desenvolvimento desses estágios não tem sido realizada com frequência na cultura de tecidos. Portanto, o objetivo deste trabalho foi caracterizar as diferenças ultraestruturais relacionadas a calogênese de anteras, ovários, folha e segmentos nodais de Inga vera Willd. subsp. Affinis (DC.) T.D. Penn. Para tanto, botões florais, segmentos nodais e folhas foram desinfestados e inoculados em tubos de ensaio contendo meio MS com 3% de sacarose e 4,5 µM de 2,4-D, exceto na calogênese de folhas, em que foram utilizados 9 µM dessa auxina, e na calogênese de anteras e ovários, cujo meio de cultura foi acrescido de 0,25% de carvão ativado e 90 µM de PVP. Após 45 dias em meio de cultura, os calos de anteras, ovários, folhas e segmentos nodais foram fixados em Karnovisky e preparados para a visualização em microscopia eletrônica de varredura e microscopia eletrônica de transmissão. Assim, foram observadas diferenças ultraestruturais entre as células dos calos provenientes de anteras, ovários, segmentos e folhas. Os calos de anteras, folhas e segmentos nodais não apresentaram evidências de formação de embriões somáticos, apesar de suas células possuírem algumas características embriogênicas. No entanto, os calos de ovários parecem ser a fonte de explante mais responsiva à embriogênese, mostrando indícios de formação de embriões.