O Facebook como confessionário : discursos sobre si e o investimento dos poderes
Analisa-se o Facebook como modulação do dispositivo confessional cristão, em que um sujeito é instado, incessantemente, a produzir discursos sobre si, produzindo e sendo produzido por tramas de poder em um jogo de autorregulação. Para tal objetivo vale-se da análise de discurso foucaultiana, literat...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/130019 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/130019 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Facebook (Site) Subjetividade Subjectivity Confessionary Powers Investments Foucault |
| Sumario: | Analisa-se o Facebook como modulação do dispositivo confessional cristão, em que um sujeito é instado, incessantemente, a produzir discursos sobre si, produzindo e sendo produzido por tramas de poder em um jogo de autorregulação. Para tal objetivo vale-se da análise de discurso foucaultiana, literatura sobre o manejo das informações por empresas e governos, assim como a legislação estado-unidense sobre usos de informações na internet e o caso wikileaks com as denúncias do exfuncionário da Agência de Inteligência Americana Edward Snowden. Discute-se os processos colocados em circulação para a produção de discursos sobre si tanto no confessionário quanto no site de relacionamentos, e como isso pode se relacionar com um trabalho da subjetividade sobre si mesma, produtora de saberes geradores de novos mecanismos de investimentos. Toma-se por conclusão a hipótese que o dispositivo de produção de discursos seja da ordem do funcionamento dos poderes e seus subsequentes investimentos, tanto na ordem governamental, quanto de ordem capitalística. |
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