Construção participativa de estratégias para a transição agroecológica em assentamento de reforma agrária
A constatação dos problemas causados pela revolução verde, tanto ao homem, quanto ao meio ambiente como um todo, fez surgir a necessidade de se desenvolver sistemas de produção agropecuária mais sustentáveis. Para atender essa nova demanda, é que emerge a agricultura de base ecológica, a qual congre...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/4845 |
| Acceso en línea: | http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/4845 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIA Transição agroecológica Construção participativa de estratégias Agroecologia Agroecological transition Construction participation of strategies Agroecology |
| Sumario: | A constatação dos problemas causados pela revolução verde, tanto ao homem, quanto ao meio ambiente como um todo, fez surgir a necessidade de se desenvolver sistemas de produção agropecuária mais sustentáveis. Para atender essa nova demanda, é que emerge a agricultura de base ecológica, a qual congrega todos os estilos das chamadas agriculturas alternativas ao modelo de produção convencional, cuja base teórico-científica está alicerçada na agroecologia. Partindo da motivação de agricultores ao ingresso no complexo processo de transição agroecológica, emerge uma nova carência, a do estabelecimento de estratégias para auxiliar nesse processo de conversão. Contudo, projetos de desenvolvimento que foram realizados sob a lógica difusionista da revolução verde, desconsiderando a opinião daqueles que seriam os atores do processo, os agricultores, contaram com grandes fracassos. A presente pesquisa, pautou-se por desenvolver as estratégias de transição agroecológica, sob uma ótica participativa, elevando os agricultores de meros objetos de estudo, a sujeitos do processo tecnológico. Para lograr tal objetivo, trabalhou-se com um grupo de agricultores assentados, os quais produzem atualmente em um sistema de produção convencional, mas que manifestaram a intenção de fazer a conversão para um sistema de produção de base ecológica. Utilizaram-se técnicas de pesquisa participante, colhendo informações diretamente dos sujeitos, além de processos auxiliares que seguiram a metodologia do Diagnóstico Rural Rápido e Participativo (DRP). Como resultado, esse trabalho obteve um plano de estratégias para a transição agroecológica, as quais se mostram contextualizadas com a realidade dos agricultores em questão, o que pode ser considerado como ponto positivo, vislumbrando a sua implantação. |
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