O mundo é talvez: interpretações do espaço em A Rosa do Povo e Claro Enigma de Carlos Drummond de Andrade

Este trabalho propõe uma reflexão sobre as concepções de espaço apresentadas nos livros A Rosa do Povo (1945) e Claro Enigma (1951) de Carlos Drummond de Andrade, sob a perspectiva da criação. A partir de um interesse interdisciplinar, propomos o diálogo entre teóricos da Literatura e da Geografia p...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Brito, Adriana Lacerda de
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Recursos:Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG)
Repositorio:Repositório Institucional do CEFET-MG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.cefetmg.br:123456789/1425
Acesso em linha:https://repositorio.cefetmg.br//handle/123456789/1425
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Andrade, Carlos Drummond de, 1902-1987
Paisagem
Poedia
Espaço
Descrição
Resumo:Este trabalho propõe uma reflexão sobre as concepções de espaço apresentadas nos livros A Rosa do Povo (1945) e Claro Enigma (1951) de Carlos Drummond de Andrade, sob a perspectiva da criação. A partir de um interesse interdisciplinar, propomos o diálogo entre teóricos da Literatura e da Geografia para estabelecer inicialmente uma perspectiva da paisagem, tratada como análoga à imagem em processos de produção e de recepção do que compõe a visão. No limite entre os campos disciplinares surgem derivações da paisagem que se evidenciam como as noções de país e de viagem, temas recorrentes nas obras selecionadas. A transição das formas poéticas dos livros entre os períodos de publicação refletem as grandes transformações políticas e sociais que são próprias do poeta, mas também da sociedade e das cidades por ele abordadas. Tais lugares atravessam a vida e o mundo em constante reafirmação do ‘espacitempo’.