1968 : juventude e política no jornal Correio do Povo – Porto Alegre
A presente dissertação tem o objetivo de analisar como o Correio do Povo construiu discursivamente o movimento estudantil no Brasil, que se colocava em franca oposição ao governo militar. Como o jornal figurou seus princípios de sociedade e de comportamento social e político projetados em um ideal d...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/172386 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/172386 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Azevedo, Fay de Corção, Gustavo, 1896-1978 Correio do Povo (Jornal) Jovens : Participação política : Brasil Movimento estudantil : História Jovens : Atividade política Análise do discurso Porto Alegre (RS) Student’s movement |
| Sumario: | A presente dissertação tem o objetivo de analisar como o Correio do Povo construiu discursivamente o movimento estudantil no Brasil, que se colocava em franca oposição ao governo militar. Como o jornal figurou seus princípios de sociedade e de comportamento social e político projetados em um ideal de juventude determinada? Busca-se, portanto, entender os significados produzidos no jornal Correio do Povo, acerca da juventude em ebulição no ano de 1968, e deste modo, estabelecer a lógica dos posicionamentos político-ideológicos que o jornal partilhava, e assim compreender o posicionamento do periódico acerca da participação dos jovens na política. Para isso desenvolveu-se uma análise de discurso dos textos editoriais e das crônicas de Fay de Azevedo e Gustavo Corção. Dessa forma, o trabalho também procura entender como se dá a ação dos meios de comunicação na sociedade e qual foi o papel do Correio do Povo na conjuntura da época. Ao se desenvolver uma análise do discurso dos editoriais e de artigos de opinião, percebeu-se que o discurso político ideológico do jornal e de seus cronistas determina papeis diferenciados e limites de participação política aos jovens. |
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