LA TRADICIÓN MARXISTA, LAS ORGANIZACIONES DE IZQUIERDA IZQUIERDA Y EL MOVIMIENTO LGBTQIA+: CONTROVERSIA HISTÓRICA Y TENSIONES CONTEMPORÁNEAS
James N. Green é, hoje, um grande brasilianista. Prestes a aposentar-se de uma carreira admirada como docente e pesquisador da renomada Universidade de Brown, pertencente ao seleto grupo da Ivy League (as oito universidades mais tradicionais dos EUA), o historiador tem uma longa trajetória de colabo...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Germinal: Marxismo e Educação em Debate |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.ufba.br:article/58622 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufba.br/index.php/revistagerminal/article/view/58622 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Tradição marxista Movimento LGBTQIA Esquerda |
| Sumario: | James N. Green é, hoje, um grande brasilianista. Prestes a aposentar-se de uma carreira admirada como docente e pesquisador da renomada Universidade de Brown, pertencente ao seleto grupo da Ivy League (as oito universidades mais tradicionais dos EUA), o historiador tem uma longa trajetória de colaboração com o Brasil. Nas últimas décadas, ele viveu por anos em nosso país, engajou-se politicamente em organizações revolucionárias e do movimento LGBTQIA+ brasileiros, dedicou-se à produção de livros e artigos sobre história da ditadura e sobre questões de gênero e sexualidade. Sua tese de doutorado, publicada aqui sob o título Além do Carnaval: a homossexualidade masculina no Brasil do século XX (Editora Unesp), é um dos trabalhos acadêmicos pioneiros no campo. Nesta entrevista, James retoma sua trajetória de ativismo e de produção intelectual nos EUA e no Brasil, traçando uma análise profunda sobre os desafios postos ao cruzamento entre os marxismos e as lutas por liberdade sexual de gênero, com um olhar acurado e crítico às experiências passadas do século XX, bem como anunciando suas apostas e perspectivas para a luta anticapitalista no século XXI. |
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