CONSIDERAÇÕES SOBRE OS AQÜÍFEROS DA BAIXADA DE JACAREPAGUÁ, MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO: EXPLOTAÇÃO, HIDROQUÍMICA E PERSPECTIVAS FUTURAS

O presente trabalho representa uma contribuição ao estudo da geometria, características hidrodinâmicas e hidroquímicas dos aqüíferos formados pelos sedimentos arenosos costeiros da Cidade do Rio de Janeiro, tomando-se como cas...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Silva Júnior, Gerson Cardoso da, Castro, Flávia Gonçalves de, Barroso, Emílio Velloso, Albuquerque, Luís Fernando Saboya de
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:1998
País:Brasil
Recursos:Associação Brasileira de Águas Subterrâneas
Repositório:Águas Subterrâneas (São Paulo. Online)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.aguassubterraneas.abas.org:article/22283
Acesso em linha:https://aguassubterraneas.abas.org/asubterraneas/article/view/22283
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Aquíferos costeiros e hidrogeoquímica
Descrição
Resumo:O presente trabalho representa uma contribuição ao estudo da geometria, características hidrodinâmicas e hidroquímicas dos aqüíferos formados pelos sedimentos arenosos costeiros da Cidade do Rio de Janeiro, tomando-se como caso de estudo o sistema lagunar e restingas que formam a Baixada de Jacarepaguá e a Barra da Tijuca. Quimicamente, na restinga arenosa que constitui a Barra da Tijuca ocorre um aqüifero mais superficial com águas de boa qualidade, porém com teores elevados de ferro, bastante vulneráveis à contaminação. Nas partes da Baixada mais próximas ao maciço montanhoso o padrão de sedimentação é mais complexo, com a ocorrência de materiais argilosos e orgânicos freqüentemente hipersalinos. Comparações de dados recentes de potenciometria e hidroquímicos com dados das décadas de 1960 e 70 indicam poucas variações químicas, mas a crescente urbanização e aumento da explotação fazem prever futuros problemas de salinização e contaminação daqueles aquíferos.