Metamorfismo de alta temperatura e média pressão de paragnaisses, anfibolitos e hornblenda-biotita gnaisse do Complexo Quatro Cachoeiras, Província Rondônia-Juruena, Rio Guariba - Amazonas

Nesse trabalho são apresentados dados de petrografia, química mineral, geotermobarometria e modelagem de pseudoseção P-T de rochas metamórficas de alto grau do Complexo Quatro Cachoeiras, domínio Roosevelt, terreno Juruena, Estateriano-Caliminiano do Craton Amazônico. A área de estudo está localizad...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Lisboa, Tomas de Miranda, http://lattes.cnpq.br/4946887824839440
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFAM
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:https://tede.ufam.edu.br/handle/:tede/7663
Acceso en línea:https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/7663
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Geologia - Amazonas (Estado)
Rochas metamórficas - Amazonas (Estado)
Crátons - Amazônia
CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA: GEOCIÊNCIAS
Metamorfismo
Geotermobarometria
Amazonas
Proterozoico
Descripción
Sumario:Nesse trabalho são apresentados dados de petrografia, química mineral, geotermobarometria e modelagem de pseudoseção P-T de rochas metamórficas de alto grau do Complexo Quatro Cachoeiras, domínio Roosevelt, terreno Juruena, Estateriano-Caliminiano do Craton Amazônico. A área de estudo está localizada no rio Guariba, município de Nova Aripuanã, Amazonas, faz parte da faixa Roosevelt-Guariba, um corredor granito-gnáissico com direção NW-SE que se estende entre os estados do Amazonas e Mato Grosso. Foram analisados três litotipos associados entre si: (i) sillimanita-cordierita paragnaisses migmatíticos, (ii) anfibolitos e (iii) hornblenda-biotita gnaisse. As condições de pico metamórfico M1 atingiram a fácies anfibolito superior (>700°C) de média pressão (3,3 a 6 kbar), com retrometamorfismo em fácies anfibolito inferior de baixa pressão (~550°C e 1 a 3 kbar – M2). De acordo com os dados geocronológicos ambos os metamorfismos são síncrono ao magmatismo Serra da Providência, sendo relacionados a anomalia tectono-termal ativa ao redor de 1,5 Ga, o que sugere forte retrabalhamento crustal tardio do orógeno Juruena nesta região.