Transferência placentária e colostral de selênio em éguas gestantes suplementadas com fonte orgânica e inorgânica de selênio
O selênio durante a fase fetal e na lactação é de vital importância para o correto desenvolvimento dos sistemas imunológico, muscular e antioxidante dos potros. Existe pouca informação na literatura a qual seria a melhor fonte e o melhor momento para suplementar eqüino, assim como qual o grau de tra...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | dissertação |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositório: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-26112009-114156 |
| Acesso em linha: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10135/tde-26112009-114156/ |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Colostro Colostrum Equine Eqüino Placenta Selenito de sódio Selenometionina Selenometionine Sodium selenite |
| Resumo: | O selênio durante a fase fetal e na lactação é de vital importância para o correto desenvolvimento dos sistemas imunológico, muscular e antioxidante dos potros. Existe pouca informação na literatura a qual seria a melhor fonte e o melhor momento para suplementar eqüino, assim como qual o grau de transferência placentária ou colostral. O presente estudo teve como objetivo avaliar a capacidade de transferência placentária e colostral de duas fontes dietéticas de selênio, utilizando como parâmetros os níveis plasmáticos de éguas e potros, e do colostro e do leite. Foram utilizadas 24 éguas gestantes, divididas em três grupos iguais e distribuídas seguindo um delineamento inteiramente casualizado. Grupo I suplementado por via oral com selenito de sódio como fonte inorgânica, grupo II suplementado por via oral com selenometionina como fonte orgânica, e grupo III controle, sem suplementação. A suplementação teve início no último terço da gestação até o sétimo dia pós-parto. Foram colhidas amostras de sangue das éguas, no dia do inicio do teste e no dia do parto, dos potros do nascimento e sétimo dia, e do leite no primeiro e sétimo dia pós-parto. A quantidade de selênio no colostro foi maior (p<0,05) no grupo suplementado com selenito de sódio (59,18 ± 14,5) quando comparada ao grupo do selenometionina (24,27 ±15,9). No plasma dos potros foi observada uma maior (p<0,05) presença de selênio naqueles animais do grupo suplementado com selenito de sódio (61,7 ± 34,4), quando comparada ao grupo do selenometionina (36,7 ± 17,3). Foi possível concluir que o selenito de sódio apresenta maior taxa de transferência placentária e colostral que o selenometionina, resultando em níveis colostrais e plasmáticos maiores, tanto nas éguas quanto nos potros. |
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