Diagnóstico imuno-histoquímico de pitiose cutânea em equinos

Descrevem-se cinco casos de pitiose cutânea em equinos enviados ao Laboratório de Patologia Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil. Microscopicamente focos necróticos circundados por infiltrados de eosinófilos, neutrófilos, macrófagos e abundante tecido conjuntivo fibroso f...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Pedroso, Pedro Miguel Ocampos, Bezerra Junior, Pedro Soares, Pescador, Caroline Argenta, Dalto, André Gustavo Cabrera, Costa, Giovana Rosa da, Pereira, Daniela Isabel Brayer, Santúrio, Jânio Morais, Driemeier, David
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/20805
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/20805
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Pitiose
Imuno-histoquímica
Equinos
Equine
Pythium insidiosum
Pythiosis
Immunohistochemistry
Descrição
Resumo:Descrevem-se cinco casos de pitiose cutânea em equinos enviados ao Laboratório de Patologia Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil. Microscopicamente focos necróticos circundados por infiltrados de eosinófilos, neutrófilos, macrófagos e abundante tecido conjuntivo fibroso foi observado. Filamentos de hifas esparsamente septadas foram identificadas no centro das áreas necróticas. Na coloração de prata metenamina de Grocott hifas septadas, ramificadas foram também observadas no interior dos focos de necrose. O diagnóstico de pitiose foi confirmado em todos os casos através do teste de imuno-histoquímica em cortes de tecido usando um anticorpo policlonal anti-Pythium insidiosum. Imuno-histoquímica em tecidos fixados em formalina podem ser úteis no diagnóstico de pitiose quando o material submetido não pode ser mais utilizado para cultivo.