Razão e danação nos contos policiais de Jorge Luis Borges
Neste artigo, o objetivo é discutir a formação do gênero policial em Jorge Luis Borges a partir de duas tendências, a razão e a danação, tendo como seus corolários os detetives Isidro Parodi, Ryan e Lönnrot. Para isso, voltamos aos ensaios de Borges acerca das leis para a construção de um conto poli...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Alagoas (UFAL) |
| Repositorio: | Revista Leitura (Maceió. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.seer.ufal.br:article/10619 |
| Acceso en línea: | https://www.seer.ufal.br/index.php/revistaleitura/article/view/10619 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Razão Policial Conto Danação Borges. Literatura comparada/Jorge Luis Borges/ Conto policial |
| Sumario: | Neste artigo, o objetivo é discutir a formação do gênero policial em Jorge Luis Borges a partir de duas tendências, a razão e a danação, tendo como seus corolários os detetives Isidro Parodi, Ryan e Lönnrot. Para isso, voltamos aos ensaios de Borges acerca das leis para a construção de um conto policial, escolhemos três ensaios – Os labirintos policiais e Chesterton (1935), Sobre Chesterton (1952) e O conto policial (1979) –, para cotejar e verificar como essas leis funcionam nos contos escolhidos para o corpus – As doze figuras do mundo (1941) e As noites de Goliadkin de Seis Problemas para dom Isidro Parodi e A morte e a bússola (1942) e o Tema do traidor e do herói (1944) de Ficções. Assim, a guisa de conclusão, comparamos os ensaios e os contos entre si, tendo em vista, principalmente, a consecução de duas linhagens, uma que aposta na capacidade totalizadora e intelectual da razão, o cogito de Descartes; e outra, matizada, em que a razão derrapa, não consegue dar conta do enigma, se metamorfoseia como danação. |
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