População e migrações: contribuição ao estudo da reprodução da população nas fronteiras agrícolas da Amazônia.

As condições de reprodução social do campesinato tendem à proletarização. No entanto, essa proletarização encontra duas principais formas de resistências da organização social desses em sindicato, associações de ajuda mútua (produção e consumo). Grande parte dos imigrantes das áreas de colonização o...

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Detalhes bibliográficos
Autor: SOUSA, Maria de Fátima Marreiro de.
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:1986
País:Brasil
Recursos:Universidade Católica de Brasília (UCB)
Repositório:Repositório Institucional da UCB
Idioma:português
OAI Identifier:oai:localhost:riufcg/4672
Acesso em linha:http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/4672
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Sociologia Rural.
Movimento Populacional - Amazonas.
Migração - Amazonas.
Fronteiras Agrícolas - Amazonas.
Reprodução Populacional - Campesinato.
Rural Sociology.
Population Movement - Amazonas.
Migration - Amazonas.
Agricultural Borders - Amazonas.
Population Reproduction - Peasantry.
Sociologia.
Descrição
Resumo:As condições de reprodução social do campesinato tendem à proletarização. No entanto, essa proletarização encontra duas principais formas de resistências da organização social desses em sindicato, associações de ajuda mútua (produção e consumo). Grande parte dos imigrantes das áreas de colonização oficial de Roraima, por exemplo, às margens da BR-210 ( perimetral Norte) e BR-474 ( Manaus/ Boa Vista) são provenientes de Rondônia. Muitos venderam seus lotes para se capitalizar um pouco e “tocar” um lote em Roraima, outros por causa das condições adversas a sua sobrevivência, tanto física como sociais; outros porque foram posseiros expulsos, e alguns outros porque cansaram de esperar um lote do INCRA.