Contaminação das águas subterrâneas na cidade de Mirante da Serra (RO)
Em 1999, a CPRM - Serviço Geológico do Brasil, juntamente com a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), desenvolveu o estudo de avaliação hidrogeológica da área urbana de Mirante da Serra (RO). A metodologia empregada utilizou dados do cadastramento de poços utilizados pela população com coleta de amos...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2004 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) |
| Repositorio: | Repositório Institucional de Geociências - RIGEO |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:rigeo.sgb.gov.br:doc/16650 |
| Acesso em linha: | https://rigeo.sgb.gov.br/handle/doc/16650 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | CONTAMINAÇÃO RONDÔNIA AMAZÔNIA HIDROGEOLOGIA AVALIAÇÃO HIDROGEOLÓGICA |
| Resumo: | Em 1999, a CPRM - Serviço Geológico do Brasil, juntamente com a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), desenvolveu o estudo de avaliação hidrogeológica da área urbana de Mirante da Serra (RO). A metodologia empregada utilizou dados do cadastramento de poços utilizados pela população com coleta de amostras de água para caracterização físico-química e bacteriológica e definição da direção de fluxo da água subterrânea. Os parâmetros físico-químicos e bacteriológicos analisados indicaram que a água que está sendo consumida pela população, captada nas cacimbas, está contaminada pelas fossas domésticas e/ou outras fontes poluentes locais. Foram cadastradas 50 cacimbas com profundidade média de 9,6 metros, variando de 2 a 20 metros. A condutividade elétrica variou de 99 a 761 μS/cm, com uma média de 257,2 μS/cm, enquanto o pH variou de 6,08 a 7,9, com uma média de 6,88. |
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