MODERNIZAÇÃO AGRÍCOLA NOS MUNICÍPIOS DA REGIÃO DO MATOPIBA

A modernização agrícola pode ser entendida como a reestruturação na base técnica da categoria, isto é, na crescente utilização de matérias-primas e métodos de produção modernos, a exemplo dos fertilizantes e corretivos do solo, como também na intensificação do uso de maquinários. O MATOPIBA é uma re...

ver descrição completa

Detalhes bibliográficos
Autores: Batista, Maria Larissa Bezerra, Alves, Janaína da Silva, Alves, Christiane Luci Bezerra, Andre, Diego de Maria
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Recursos:Centro Universitário Univates (UNIVATES)
Repositorio:Revista Estudo & Debate
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.192.168.0.51:article/3095
Acesso em linha:https://www.univates.br/revistas/index.php/estudoedebate/article/view/3095
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Modernização Agrícola
MATOPIBA
Análise Fatorial
Descrição
Resumo:A modernização agrícola pode ser entendida como a reestruturação na base técnica da categoria, isto é, na crescente utilização de matérias-primas e métodos de produção modernos, a exemplo dos fertilizantes e corretivos do solo, como também na intensificação do uso de maquinários. O MATOPIBA é uma região formada pelos municípios fronteiriços dos estados do Maranhão (MA), Tocantins (TO), Piauí (PI) e Bahia (BA). A mesma é apontada, na literatura, como a última fronteira agrícola do país. A problemática desse trabalho diz respeito à necessidade de entender como ocorreu a modernização agrícola dessa região. Com base nisso, o objetivo dessa pesquisa é estudar o processo de modernização agrícola no MATOPIBA. Para isso, a metodologia empregada consiste na aplicação da Análise Fatorial (AF). Os resultados encontrados indicaram a presença de sete fatores, que, conjuntamente, explicam 81,84% da variância total dos dados originais, nomeados, respectivamente, de intensivo em capitalização da atividade agrícola, intensivo em exploração do fator terra, intensivo em máquinas e implementos agrícolas tradicionais, intensivo em relação capital-trabalho e práticas extensionistas, intensivo em utilização de agrotóxicos na atividade agrícola, intensivo em tecnologia por terra explorada, e intensivo em capitalização em relação a mão de obra e aspecto de infraestrutura. Além disso, 58,16% dos municípios estão classificados no grau baixo de modernização agrícola. Portanto, é possível concluir que a região, como um todo, ainda não pode ser considerada como possuindo uma agricultura altamente mecanizada, tendo em vista que não existe a utilização de forma acentuada de instrumentos e insumos modernos nos estabelecimentos agropecuários.