MAPEAMENTO DO POVOADO DE NHAMBELE: UMA ESTRATÉGIA DE AVALIAÇÃO DOS NÍVEIS DE DEGRADAÇÃO FLORESTAL
A presente pesquisa teve por objectivo avaliar os níveis de degradação florestal no Povoado de Nhambele. A metodologia adoptada baseou-se na cartografia convencional digital por meio da leitura e interpretação de imagens de satélites, da série Landsat 5 e 8, referente aos anos 2005, 2010, 2015 e 202...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Rondônia (UNIR) |
| Repositorio: | Revista Presença Geográfica |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.unir.br:article/8250 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.unir.br/index.php/RPGeo/article/view/8250 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Mapping, remote sensing, Geoprocessing, forest degradation Mapeamento, sensoriamento remoto, geoprocessamento, degradação florestal. |
| Sumario: | A presente pesquisa teve por objectivo avaliar os níveis de degradação florestal no Povoado de Nhambele. A metodologia adoptada baseou-se na cartografia convencional digital por meio da leitura e interpretação de imagens de satélites, da série Landsat 5 e 8, referente aos anos 2005, 2010, 2015 e 2020, combinada com as técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento que compõem as ferramentas de SIG como QGIS 3.16.8 e ArcGIS 10,8. Foi inicialmente feita revisão da bibliografia que aborda o tema estudado, inclusive foram realizadas observações em campo para validar os resultados da pesquisa, e entrevistas. Os resultados mostram que a área de estudo apresenta três níveis de degradação florestal (1- Alto nível de degradação; 2 - Nível moderado de degradação e 3 - Nível baixo de degradação), sendo que as áreas situadas nos extremos Noroeste (Thithine), Nordeste (Chindembweni) e a parte Central (Chibamuine) do povoado, é que apresentam maiores variações da cobertura vegetal nos anos avaliados. A pesquisa conclui que, este cenário surge como consequência da fraca fiscalização pelas autoridades, dos erros técnicos e atitudes predatórias na exploração florestal por parte das comunidades ao desenvolver actividades como agricultura, corte da lenha e produção de carvão vegetal, extrativismo vegetal e corte de estacas para construção sem olharem a capacidade regenerativa da floresta, trazendo impactos ambientais como desequilíbrio do ecossistema, a degradação da floresta, o desaparecimento da fauna selvagem, exemplo cágados entre outros. |
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