Uso da terra no Município de Marília

Marília foi elevada à condição de município em 1928, destacando-se pelo rápido crescimento econômico impulsionado pela cultura cafeeira. Com a crise de 1929, esse desenvolvimento desacelerou, mas a introdução do algodão, principalmente por colonos japoneses, garantiu a sustentação financeira da regi...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Motta, Ilse Hildegard Haupt da
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1972
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-20250226-100502
Acceso en línea:https://teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-20250226-100502/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:ESTRUTURA AGRÁRIA - MARÍLIA (SP)
GEOGRAFIA AGRÁRIA - MARÍLIA (SP)
USO DO SOLO - MARÍLIA (SP)
Descripción
Sumario:Marília foi elevada à condição de município em 1928, destacando-se pelo rápido crescimento econômico impulsionado pela cultura cafeeira. Com a crise de 1929, esse desenvolvimento desacelerou, mas a introdução do algodão, principalmente por colonos japoneses, garantiu a sustentação financeira da região. Na década de 1940, o algodão foi substituído pelo amendoim e outras culturas, e mais tarde, as pastagens passaram a dominar a paisagem agrária, provocando êxodo rural. A pesquisa analisa a evolução do uso da terra no município, considerando a transformação da paisagem e a estrutura fundiária. Foram coletados dados de cadastros oficiais e realizadas entrevistas para identificar o tamanho das propriedades, os sistemas agrícolas e o impacto dessas mudanças no desenvolvimento local. Constatou-se que a maioria das propriedades tem menos de 100 hectares, com poucas grandes fazendas. O estudo conclui que a transição do café para outras culturas e, posteriormente, para pastagens, influenciou diretamente a urbanização e a estrutura agrária da região