Interação macrofauna x macroalgas em recifes costeiros como indicador de urbanização na costa pernambucana
A urbanização é um dos principais problemas presentes em zonas costeiras, acarretando em diversos impactos em comunidades recifais, como a perda de riqueza e diversidade de espécies e a simplificação de habitat. Comunidades bentônicas são reconhecidas como bioindicadores de impactos antropogênicos,...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/62790 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/62790 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Oceanografia Bioindicadores Macrofauna epifítica Complexidade Regiões tropicais |
| Resumo: | A urbanização é um dos principais problemas presentes em zonas costeiras, acarretando em diversos impactos em comunidades recifais, como a perda de riqueza e diversidade de espécies e a simplificação de habitat. Comunidades bentônicas são reconhecidas como bioindicadores de impactos antropogênicos, especialmente a macrofauna e as macroalgas. Portanto, este estudo teve como objetivo caracterizar as comunidades macrobênticas associadas às macroalgas em praias do litoral de Pernambuco com diferentes graus de urbanização e utilizar a relação macrofauna X macroalgas como indicador de urbanização. Para tal, foram coletadas amostras da macrofauna epifítica associadas a Gelidium spp.., Gelidiella acerosa e Palisada perforata em seis praias em diferentes graus de urbanização no litoral pernambucano, bem como foram coletados os parâmetros ambientais (compostos nitrogenados, fosfato, turbides, salinidade, clorofila e temperatura) a fim auxiliar na caracterização desses ambientes. Atributos morfológicos das macroalgas também foram medidos através da dimensão fractal. Em regiões altamente urbanizadas foram registradas maiores concentrações de nutrientes, como nitrito e fosfato. A complexidade estrutural das macroalgas não variou significativamente entre os níveis de urbanização e períodos sazonais, tendo uma baixa explicação sobre a macrofauna. A estrutura da macrofauna variou significativamente entre os graus de urbanização e período sazonal. A abundância da macrofauna foi maior em áreas urbanizadas. Diversidade e riqueza de espécies foram menores nas áreas altamente urbanizadas, reforçando a hipótese de utilização da macrofauna como uma ferramenta para bioindicação de perturbações ambientais antrópicas, como a urbanização. |
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