A TERRITORIALIZAÇÃO DO CAPITAL E AS ESTRATÉGIAS DE RESISTÊNCIA CAMPONESA EM PARATY/RJ/ The territorialization of capital and peasant resistance strategies in Paraty/RJ/ La territorialización del capital y las estrategias de resistencia campesina en Paraty/RJ

Este artigo trata da permanência do campesinato no mundo atual, e da ampla diversidade de suas formas e estratégias de resistência frente aos intensos processos de territorialização do capital. Destaca a necessidade de analisar a ampla pluralidade e heterogeneidade da presença do campesinato, bem co...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Ewald Strauch, Guilherme Freitas
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Revista NERA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revista.fct.unesp.br:article/6023
Acesso em linha:https://revista.fct.unesp.br/index.php/nera/article/view/6023
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:territorialização
resistência camponesa
movimentos sociais
multiculturalidade.
Descrição
Resumo:Este artigo trata da permanência do campesinato no mundo atual, e da ampla diversidade de suas formas e estratégias de resistência frente aos intensos processos de territorialização do capital. Destaca a necessidade de analisar a ampla pluralidade e heterogeneidade da presença do campesinato, bem como a multidimensionalidade existente relacionadas às suas dinâmicas nos territórios. O objetivo deste artigo é descrever parte da história social do campesinato em Paraty/RJ, identificando as formas e as estratégias de resistência camponesa presentes nesse território nas últimas 6 décadas. A metodologia empregada privilegiou o aspecto qualitativo da pesquisa, de valorização dos camponeses como sujeitos da história. Os resultados apontam para a existência de um campesinato multicultural, heterogêneo, mas possuidor de diversas características comuns. Neste território, as estratégias de resistência camponesa ao avanço do capital têm sido variadas, e têm ocorrido desde o interior das unidades de produção e consumo, no cotidiano, e se ampliam para aquelas exercidas de forma coletiva, pelos movimentos sociais, em fóruns e espaços de gestão social, e através das redes temáticas e de articulação política.