Revisão da planta Costus Spiralis (JACQ.) Rroscoe: pluralidade em propriedades medicinais
Costus spiralis (Jacq.) Roscoe (Costaceae) ou Cana-do-brejo ou Cana-de-macaco é uma espécie amplamente encontrada no Brasil. Quais valores médicos e/ou potenciais terapêuticos? O objetivo desta revisão foi destacar a pluralidade da planta Costus spiralis para curar ou melhorar o sofrimento da popula...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/24858 |
| Acceso en línea: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/24858 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Costus spiralis Planta Medicinal Síndrome metabólica Medicinal plant Metabolic syndrome |
| Sumario: | Costus spiralis (Jacq.) Roscoe (Costaceae) ou Cana-do-brejo ou Cana-de-macaco é uma espécie amplamente encontrada no Brasil. Quais valores médicos e/ou potenciais terapêuticos? O objetivo desta revisão foi destacar a pluralidade da planta Costus spiralis para curar ou melhorar o sofrimento da população contra doenças e suas comorbidades. A partir dos vários artigos utilizados, destacamos a forte preocupação com a melhora da comunicação entre profissionais e usuários, mais especificamente sobre o Costus spiralis, devido a sua pluralidade em propriedades medicinais, a fim de evitar maiores complicações à saúde. Ressaltamos que, apesar da pouca literatura, os dados quantitativos e qualitativos sobre a dose e terapêutica de C. spiralis na medicina popular e/ou científica (extrato aquoso ou droga vegetal), as pesquisas revisadas neste artigo, sugerem, de forma indireta, a possibilidade de utilização desta planta para o tratamento da síndrome metabólica e suas comorbidades. Estudos multidisciplinares ainda são necessários e ampliados para verificar como agem nas comorbidades da síndrome metabólica, quais são os seus efeitos tóxicos e colaterais, como seriam suas interações com novos medicamentos alopatas, quais as estratégias mais adequadas para o controle de qualidade e produção de fitoterápicos, para atender às normas das agências reguladoras, como as resoluções da ANVISA. |
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