AGROINDÚSTRIAS FAMILIARES NO SUL DO BRASIL: UM ESTUDO COMPARATIVO

Este artigo analisa as agroindústrias familiares, a partir de um estudo comparativo das regiões do Vale do Rio Pardo/RS (VRP) e Oeste Catarinense/SC (AMOSC), ambas no sul do Brasil. Para o desenvolvimento, utilizou-se a abordagem qualitativa e o método do estudo multicaso exploratório. A população é...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Karnopp, Erica, Fischer, Augusto, Junior, Silvio Santos, Bernardy, Rógis Juarez, Etges, Virginia Elisabeta
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2019
País:Brasil
Recursos:Universidade de Taubaté (UNITAU)
Repositório:Revista brasileira de gestão e desenvolvimento regional
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs2.rbgdr.net:article/5272
Acesso em linha:https://www.rbgdr.net/revista/index.php/rbgdr/article/view/5272
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Desenvolvimento Regional. Agroindústrias Familiares. Agricultura Familiar.
Descrição
Resumo:Este artigo analisa as agroindústrias familiares, a partir de um estudo comparativo das regiões do Vale do Rio Pardo/RS (VRP) e Oeste Catarinense/SC (AMOSC), ambas no sul do Brasil. Para o desenvolvimento, utilizou-se a abordagem qualitativa e o método do estudo multicaso exploratório. A população é de 257 agroindústrias familiares distribuí­das em 42 municí­pios, das quais foram coletados dados por meio de questionário, de 74 agroindústrias familiares. A constituição das agroindústrias tem mais de 25 anos em média no VRP, e menos de 25 anos na AMOSC. Em ambas as regiões as atividades agroindustriais se estruturam no contexto familiar, com passagem de conhecimentos entre gerações, e utilização prioritária de mão de obra familiar. No VRP as agroindústrias são mais individualizadas e motivadas pelo aumento de renda familiar. A AMOSC apresenta maior propensão para cooperação entre as agroindústrias.