A ESPACIALIZAÇÃO E OS REFLEXOS SOCIAIS E ECONOMICOS DA COVID-19 NO MUNICÍPIO DO RIO GRANDE-RS

Essa pesquisa visa analisar a espacialização da COVID-19 e os reflexos sociais e econômicos no município do Rio Grande –RS. Para tanto foi realizada uma pesquisa exploratória com revisão bibliográfica pertinente ao assunto a partir de artigos nacionais, internacionais, instituições e órgãos; e de da...

Full description

Bibliographic Details
Author: San Martin, Maristel Coelho
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2021
Country:Brasil
Institution:Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB)
Repository:Boletim Gaúcho de Geografia (Online)
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:seer.ufrgs.br:article/108888
Online Access:https://seer.ufrgs.br/index.php/bgg/article/view/108888
Access Level:Open access
Keyword:Covid-19
Espacialização
Impactos
Rio Grande-RS.
Description
Summary:Essa pesquisa visa analisar a espacialização da COVID-19 e os reflexos sociais e econômicos no município do Rio Grande –RS. Para tanto foi realizada uma pesquisa exploratória com revisão bibliográfica pertinente ao assunto a partir de artigos nacionais, internacionais, instituições e órgãos; e de dados secundários e de domínio público. Para a construção do mapa de infectados por local de residência utilizamos os dados do último boletim epidemiológico disponibilizado pela Secretaria Municipal da Saúde no dia 26 de outubro e readaptamos no Programa Google Earth Pro. O recorte temporal escolhido abrange o período de 23 de março a 23 de outubro de 2020. Os resultados apontam que o poder público municipal junto às parcerias realizadas com outras empresas, instituições e membros da sociedade civil beneficiou a sociedade amenizando parte dos impactos, embora, as ações não tenham sido suficientes para cobrir a demanda. Ademais, os setores de comércio e de empregos sofreram queda entre março e maio, porém estão se reestabelecendo de forma lenta a partir de agosto. Por fim, verifica-se que parte da sociedade não está tomando as medidas necessárias para a contenção da disseminação, já que o maior número de infectados está nas áreas de alta renda e fluxos.