Resposta inflamatória uterina após infusão de prostaglandina E1 (misoprostol) pré-inseminação ou imediatamente após coleta de embrião em éguas doadoras comerciais.

RESUMO Este estudo teve como objetivo avaliar a resposta inflamatória e potenciais reações sistêmicas após a administração intrauterina de misoprostol, seja antes da inseminação ou imediatamente após a coleta de embrião. Éguas doadoras de embriões de propriedade privada (n=11) tiveram seus ciclos de...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Amorim, Gabrielle Bueno de Almeida Gonçalves [UNESP]
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/235479
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/11449/235479
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Endometrite
Prostaglandina E-1
Tuba uterina
Éguas
Útero - Inflamação
Fertilidade
Falópio, Trompas de
Prostaglandinas
Descrição
Resumo:RESUMO Este estudo teve como objetivo avaliar a resposta inflamatória e potenciais reações sistêmicas após a administração intrauterina de misoprostol, seja antes da inseminação ou imediatamente após a coleta de embrião. Éguas doadoras de embriões de propriedade privada (n=11) tiveram seus ciclos designados aleatoriamente para receber infusões de misoprostol (200 µg + 3mL de solução de Ringer com lactato) ou controle (3 mL de solução de Ringer com lactato), depositados bilateralmente na ponta dos cornos uterinos, pelo menos 72h pré inseminação (experimento 1) ou imediatamente após coleta de embrião (experimento 2). Cada égua teve um ciclo para misoprostol e controle em ambos os experimentos e um ciclo de reprodução (sem controle ou misoprostol) entre os experimentos. Edema uterino, acúmulo de líquido e número de polimorfonucleares foram avaliados antes de cada infusão e depois, diariamente, por 72h. Lavagem uterina foi realizada no dia seguinte a cada infusão em todos os grupos e experimentos. A ovulação foi induzida com um agonista de GnRH e confirmada em intervalos de 24h. As éguas foram inseminadas com sêmen de seis garanhões. As coletas de embrião foram realizadas entre 8 a 9 dias após a ovulação. Em ambos os experimentos, o misoprostol não afetou o edema uterino ou o acúmulo de líquido (P>0,05). No entanto, ambas as infusões simuladas e de misoprostol aumentaram o número de PMN até 48h pós-infusão em ambos os experimentos. As recuperações de embriões foram semelhantes entre os ciclos controle (45%, 5/11) e misoprostol nos experimentos 1 (45%, 5/11; P>0,05) e 2 (controle, 68%, 7/11; misoprostol, 45%, 5 /11; P>0,05). Em conclusão, o misoprostol não induziu inflamação uterina exacerbada em éguas ou reações adversas sistêmicas quando infundido antes da inseminação ou imediatamente após a coleta de embrião. Palavras-chave: Endometrite equina; infertilidade; prostaglandina E-1; tuba uterina.