Criação e preservação da abelha Melipona scutellaris, Latreille, 1811, no Nordeste brasileiro*
Em continuidade ao programa de pesquisa sobre Melipona scutellaris, Latreille. 1811 abelha de Uruçu em Pernambuco foi elaborado um estudo abordando a importância do mel, técnicas de manejo, aspectos polinológicos e artrópodes parasitos e inquilinos nas colmeias, com base em estudos de ninhos naturai...
| Autores: | , , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1986 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) |
| Repositorio: | Arandu - Repositório da Universidade Federal Rural de Pernambuco |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:arandu.ufrpe.br:123456789/287 |
| Acceso en línea: | https://repository.ufrpe.br/handle/123456789/287 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Abelhas - Criação Abelhas - Produtos Mel Colmeias |
| Sumario: | Em continuidade ao programa de pesquisa sobre Melipona scutellaris, Latreille. 1811 abelha de Uruçu em Pernambuco foi elaborado um estudo abordando a importância do mel, técnicas de manejo, aspectos polinológicos e artrópodes parasitos e inquilinos nas colmeias, com base em estudos de ninhos naturais e artificiais. Nas técnicas do manejo foram estudados métodos racionais de criação, higiene, desdobramento e retirada do mel. No que se refere as an8lises polínicas, revelaram que os vegetais mais visitados pertencem às famílias Myrtaceae, seguida de Leguminosae, Rutaceae e Euphorbiaceae. Sempre que os ninhos estão em fracas condições há uma invasão de parasitos e predadores. A espécie mais frequente desses invasores foi a Megaselia scalaris (Phoridae), cujas larvas podem danificar totalmente as formas jovens da M. scutellaris. |
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