La zona grigia della grammatica e i colori accesi del dibattito linguistico

Neste artigo, traçam-se as etapas fundamentais do debate atual sobre o italiano segundo os métodos de pesquisa sobre ideologias linguísticas e sobre o discurso das mídias, com o objetivo de esclarecer os temas fundamentais do debate linguístico na Itália hoje. Começa-se com uma definição de ristanda...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Rossi, Fabio
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista de Italianística (Online)
Idioma:italiano
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/222567
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/italianistica/article/view/222567
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Language ideologies
Folk linguistics
Linguistic doubts
Grammatical gender
Dialect
Ideologie linguistiche
Linguistica laica
Dubbi linguistici
Genere grammaticale
Dialetto
Ideologias linguísticas
Linguística laica
Dúvidas linguísticas
Gênero gramatical
Dialeto
Descripción
Sumario:Neste artigo, traçam-se as etapas fundamentais do debate atual sobre o italiano segundo os métodos de pesquisa sobre ideologias linguísticas e sobre o discurso das mídias, com o objetivo de esclarecer os temas fundamentais do debate linguístico na Itália hoje. Começa-se com uma definição de ristandardizzazione dell'italiano, para depois definir o conceito de ideologia linguística. Listam-se os principais temas do debate linguístico sobre o italiano de hoje, através de exemplos de reações dos falantes, especialmente em relação aos novos usos dialetais, à presença de anglicismos e à suposta decadência do italiano, ao uso da flexão feminina nos nomes de profissão, ao tema da linguagem inclusiva e à formação do plural nos nomes compostos. Prossegue-se com o conceito de área cinzenta da norma padrão (ou seja, os casos em que a norma prevê mais alternativas possíveis) e de área cinzenta da gramática (ou seja, os casos em que a oscilação de tratamento não se deve tanto a elementos de fraqueza do sistema nem à variação linguística, mas a diferentes modos de ver e de recortar porções da realidade por parte dos vários linguistas). Conclui-se com considerações sobre o estado do italiano contemporâneo, a atitude em relação à mudança linguística, a necessidade de (re)definir usos, formas e construções à luz das transformações do italiano do terceiro milênio. Emerge um quadro vivaz e variado da questão da língua contemporânea, e também a necessidade de incluir a linguística popular (ou seja, as ideias dos que não são linguistas sobre a língua) entre os ramos de estudo dignos de maior atenção.