O que pode (n)um corpo, o que cabe nele – sabemos o que é um corpo travesti?
Este texto busca estabelecer problematizações acerca das corporalidades travestis, as performances que estes corpos habitam nas relações políticas/culturais/sociais/estéticas e os rompimentos com os padrões biologizantes que se espera para os corpos binarizados. As possibilidades destoantes das vivê...
| Autores: | , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) |
| Repositorio: | Revista Latino-americana de Geografia e Gênero |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:uepg.br:article/12797 |
| Acceso en línea: | https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/12797 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Corpos travestis Corporalidades trans Corpos dissidentes |
| Sumario: | Este texto busca estabelecer problematizações acerca das corporalidades travestis, as performances que estes corpos habitam nas relações políticas/culturais/sociais/estéticas e os rompimentos com os padrões biologizantes que se espera para os corpos binarizados. As possibilidades destoantes das vivências trans são os disparadores para ampliarmos os universos de referências sobre o que pode um corpo? O que cabe nele? Quais os dispositivos de resistências e fugas que essas pessoas articulam para garantirem sua manutenção das vidas potentes e a refuta para as capturas dos discursos que buscam, em muitas vezes, capturar outras vivências que não as esperadas pela sociedade patriarcal e machista; outros meandros e tecnologias que conectem os desejos, necessidades e anseios que necessitam de outras corporalidades para além do macho e fêmea, além do homem X mulher? Logo, mapear os discursos e narrativas das vozes travestis é fator fundante para que possamos garantir os novos saberes tão válidos quanto qualquer outro. |
|---|