Da literatura ao cinema: o narrador Brás Cubas no romance machadiano e na obra fílmica de Klotzel
Este trabalho propõe um estudo comparativo entre a obra literária Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881, de Machado de Assis, e sua adaptação para o cinema, Memórias Póstumas, 2001, de André Klotzel. O estudo tem como base o conceito de hipertextualidade conforme Gennette (2006), no qual um texto se...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufms.br:123456789/1968 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/1968 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Tradução e Interpretação Literatura - adaptações Adaptação para Cinema Ponto de vista (Literatura) Semiótica Literature - adaptations Point of view (Literature) Semiotics |
| Resumo: | Este trabalho propõe um estudo comparativo entre a obra literária Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881, de Machado de Assis, e sua adaptação para o cinema, Memórias Póstumas, 2001, de André Klotzel. O estudo tem como base o conceito de hipertextualidade conforme Gennette (2006), no qual um texto se relaciona com o outro por um processo de derivação, sendo que, o texto de partida é denominado de hipotexto e o texto de chegada de hipertexto. Consideramos o filme como uma nova obra que ao ser adaptada para o cinema passa por um processo de tradução, mais especificamente de tradução intersemiótica - realizada entre sistemas semióticos diferentes – conforme Jakobson (1991). A abordagem do estudo de tradução entre as obras realiza-se tendo como base o estudo do foco narrativo, devido ao destaque dado ao narrador dentro da obra de Machado de Assis e a importância da tradução dessa categoria no filme de Klotzel. A discussão da focalização e do ponto de vista é embasada pelos estudos de Friedman (2002), na literatura; e de Gaudreault e Jost (2009) e Martin (2005), no cinema. Destacamos o contexto de produção e de recepção, a mudança de suporte e o uso de uma nova linguagem como três fatores que influenciam o ato tradutório realizado pelo cineasta. No final desta pesquisa, constatamos que o texto adaptado constitui-se em um novo texto que deriva da obra literária por meio da tradução intersemiótica levando para o cinema o narrador Brás Cubas, considerando as especificidades de cada obra. |
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