BLOCKCHAIN E BITCOIN: ALTERNATIVAS TECNOLÓGICAS PARA O CONTROLE PÚBLICO DAS FINANÇAS

O crescimento da demanda por moedas virtuais e a expansão do uso da tecnologia blockchain demonstraram que as empresas de tecnologias (Fintechs) se estabeleceram de forma irreversível no mundo das finanças e tornou evidente, também, no final desta década, que a oferta de moedas virtuais passou a ser...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Pires, Hindenburgo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Geo UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/40759
Acceso en línea:https://www.e-publicacoes.uerj.br/geouerj/article/view/40759
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Blockchain
Bitcoin
Moedas virtuais
Ciberespaço
Geografia das finanças
FinTech e Póscapitalismo
Descripción
Sumario:O crescimento da demanda por moedas virtuais e a expansão do uso da tecnologia blockchain demonstraram que as empresas de tecnologias (Fintechs) se estabeleceram de forma irreversível no mundo das finanças e tornou evidente, também, no final desta década, que a oferta de moedas virtuais passou a ser um importante componente político e inovador repleto de contradições, alternativas e possibilidades da geografia das finanças no ciberespaço. Este trabalho tem três objetivos: em primeiro lugar, analisar possibilidades econômicas da tecnologia blockchain, para estabelecimento de alternativas não-capitalistas de compartilhamento de dados, produção de moedas virtuais e formação de projetos em tecnologias virtuais nos vários setores do sistema econômico. Em segundo lugar, avaliar os impasses e impactos econômicos e ambientais produzidos pelo uso intensivo de tecnologias de contabilidade compartilhada e de blockchain. Em terceiro lugar, analisar como a ausência de instrumentos de regulamentação abre brechas para que grandes corporações tecnológicas e estados nacionais criem regras autoritárias e prejudiciais ao desenvolvimento de alternativas póscapitalistas de controle público das finanças.