[en] ART AND NATURE IN THE AESTHETICS OF LUIGI PAREYSON

[pt] Este trabalho investiga o estatuto da natureza no pensamento estético de Luigi Pareyson. Calcada em sua filosofia de feição existencialista, personalista e ontológica, sua teoria estética indica numa atividade – a formatividade – o elemento comum que garante algum caráter artístico a todo atuar...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: IGOR LEONARDO ROMEIRO PEREIRA
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:27532
Acceso en línea:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=27532&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=27532&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.27532
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:[pt] ARTE
[pt] BELO NATURAL
[pt] FORMATIVIDADE
[pt] NATUREZA
[en] ART
[en] NATURE
Descripción
Sumario:[pt] Este trabalho investiga o estatuto da natureza no pensamento estético de Luigi Pareyson. Calcada em sua filosofia de feição existencialista, personalista e ontológica, sua teoria estética indica numa atividade – a formatividade – o elemento comum que garante algum caráter artístico a todo atuar humano e que, especificado, institui a arte em sua autonomia e independência, conferindo assim a máxima extensão à experiência estética. O problema da natureza surge aí enquanto esta – não sendo obra humana – se mostra sob dois aspectos: como limite extremo da fruição estética, no belo natural, e como modelo cujo operar a formatividade humana imita, na produção artística. Com base na descrição e na análise dos paralelos entre arte e natureza encontráveis na teoria – na descrição pareysoniana da obra de arte e de sua produção em termos organicistas, em sua teoria da interpretação conforme aplicada à natureza, e na reelaboração de ideias de Kant e Goethe – pretende-se compreender como a esfera natural pode ser afirmada como autônoma e formativa, tendo-se por base uma filosofia da pessoa em sua relação com o ser. E igualmente, de que modo se podem conciliar as valências naturalista e personalista da formatividade numa visão coerente do caráter estético comum à natureza e à arte. Tal exame se conclui pela defesa de que é o formar da pessoa a instância paradigmática em analogia e em contraste à qual se pensa e compreende o formar da natureza, com a consequente redução e subordinação de elementos metafísicos e naturalistas ao horizonte pessoal-existencial do pensamento do filósofo.