TERRITÓRIOS E TERRITORIALIDADES QUILOMBOLAS DO MUNICÍPIO DE ÓBIDOS-PA: O CASO DO QUILOMBO DA ÁREA DAS CABECEIRAS

Este artigo tem como objetivo analisar a formação territorial, as territorialidades e as formas de resistências dos territórios quilombolas das Áreas das Cabeceiras, município de Óbidos, oeste da Amazônia paraense, bem como compreender as territorialidades existentes no lugar. Foram realizadas uma r...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Santos, Priscila Ribeiro dos, Conceição, Francilene Sales da, Nascimento Silva, Maria das Graças Silva
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Rondônia (UNIR)
Repositorio:Revista Presença Geográfica
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:periodicos.unir.br:article/5596
Acesso em linha:https://periodicos.unir.br/index.php/RPGeo/article/view/5596
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Quilombo
Geografia
Território
Resistência
Óbidos-Pa
Geografía
Territorio
Resistencia
Óbidos-Pa.
Geography
Territory
Resistance
Descrição
Resumo:Este artigo tem como objetivo analisar a formação territorial, as territorialidades e as formas de resistências dos territórios quilombolas das Áreas das Cabeceiras, município de Óbidos, oeste da Amazônia paraense, bem como compreender as territorialidades existentes no lugar. Foram realizadas uma revisão teórica-conceitual em Anjos (2013), Acevedo e Castro (1998), Funes (1995; 1999), Treccani (2006). Também se realizou 3 trabalhos de campo, cujo instrumento de coletas de dados foi a aplicação de entrevistadas semiestrutradas. A faixa etária dos entrevistados foi entre 56 a 87 anos de idade. Durante a aplicação das entrevistas foi diferenciado o roteiro de perguntas em cada campo realizado, onde foram entrevistados 6 sujeitos, sendo 4 mulheres e 2 homens. A técnica de entrevista foi aplicada aos moradores da Área das Cabeceiras, membros da Associação Remanescentes de Negros da Área das Cabeceiras (ACORNECAB) e lideranças comunitárias que estiveram desde o princípio do movimento para o reconhecimento da área e da afirmação da identidade do território como quilombola.