Afibrinogenemia secundária a acidente ofídico crotálico (Crotalus durissus terrificus)

Relatam se os casos de dois pacientes que desenvolveram afibrinogenemia sem consumo de plaquetas após terem sido picados por Crotalus durissus terrificus. Ambos também tiveram insuficiência renal aguda de alto débito e no caso nº 2 foi feito o diagnóstico de rabdomiólise através da elevação expressi...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Amaral, C. F. S., Rezende, N. A., Pedrosa, T. M. G., Silva, O. A. da, Pedroso, E. R. P.
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1988
País:Brasil
Recursos:Instituto de Medicina Tropical (IMT)
Repositorio:Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/28599
Acesso em linha:https://www.revistas.usp.br/rimtsp/article/view/28599
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Afibrinogenemia
Acidente ofídico crotálico
Descrição
Resumo:Relatam se os casos de dois pacientes que desenvolveram afibrinogenemia sem consumo de plaquetas após terem sido picados por Crotalus durissus terrificus. Ambos também tiveram insuficiência renal aguda de alto débito e no caso nº 2 foi feito o diagnóstico de rabdomiólise através da elevação expressiva dos níveis séricos de CPK e DHL. O caso nº 1 recebeu dose não especificada de antiveneno e foi tratado com ácido épsilon-aminocaproico e transfusão de sangue fresco total tendo apresentado normalização dos testes de coagulação 40 horas após estas medidas. O caso nº 2 recebeu dose adequada de antiveneno crotálico e 12 horas depois já evidenciava recuperação do distúrbio da coagulação. O caso nº 1 evoluiu sem apresentar hemorragias. O caso nº 2 apresentou sangramento persistente nos locais de venóclise e após remoção de crostas de impetigo nas pernas. Ambos receberam tratamento conservador para a insuficiência renal aguda e tiveram alta com recuperação da função renal.