Fragmentation, dispersion and segregation urbanization in the rural environment in bragança Paulista/SP (1970 – 2018)

O espaço urbano como construção social permite uma leitura a partir da influência de diferentes agentes e dos impactos territoriais decorrentes, conforme cada estrato social e sua localização espacial. Este artigo busca apresentar o processo de urbanização dispersa pelo qual o município de Bragança...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Cerejo, Lucas Nakamura, Bueno, Laura Macho de Mello
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Pós. Revista do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da FAUUSP (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/198074
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/posfau/article/view/198074
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Dispersão urbana
Segregação urbana
Desenvolvimento urbano
Cidades médias
Bragança Paulista
Urban sprawl
Urban segregation
Urban development
Medium sized cities
Descripción
Sumario:O espaço urbano como construção social permite uma leitura a partir da influência de diferentes agentes e dos impactos territoriais decorrentes, conforme cada estrato social e sua localização espacial. Este artigo busca apresentar o processo de urbanização dispersa pelo qual o município de Bragança Paulista, localizado próximo às áreas metropolitanas de São Paulo e Campinas, passou nas últimas décadas. Por meio de análise e mapeamento dos parcelamentos aprovados e em licenciamento, destacam-se processos de segregação socioespacial e a naturalidade com que se consolidam. A acelerada urbanização de Bragança se mostra associada à permissividade da legislação municipal que corroborou práticas do mercado imobiliário, promovendo aumento da segregação socioespacial. A partir da análise dos parcelamentos, foram identificados em Bragança padrões observáveis em outras localidades: a ocupação do meio rural ao sul e a comercialização das belezas naturais, assim como a determinação do território ao norte, destinada a classes sociais de menor renda por uma legislação local associada aos interesses mercadológicos.