Período crítico de interferência das plantas daninhas na cultura do feijoeiro-comum em sistema de semeadura direta
Resumo: No ano agrícola 1996/97 foi conduzido, na Fazenda Escola da Universidade Estadual de Ponta Grossa, em Ponta Grossa, PR, um experimento a campo com o objetivo de determinar o período crítico de prevenção da interferência das plantas daninhas sobre a cultura do feijoeiro-comum, em sistema de s...
| Autor: | |
|---|---|
| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Paraná (UFPR) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPR |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:acervodigital.ufpr.br:1884/27568 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/1884/27568 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Erva daninha Cobertura morta Feijao - Doenças e pragas Teses |
| Resumo: | Resumo: No ano agrícola 1996/97 foi conduzido, na Fazenda Escola da Universidade Estadual de Ponta Grossa, em Ponta Grossa, PR, um experimento a campo com o objetivo de determinar o período crítico de prevenção da interferência das plantas daninhas sobre a cultura do feijoeiro-comum, em sistema de semeadura direta, associando este período com a fenologia da planta. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso em arranjo fatorial 2X8, com quatro repetições. Os 16 tratamentos testados foram resultados da combinação de dois modelos de interferência das plantas daninhas: (1) inicialmente sujo e (2) inicialmente limpo, em sete estádios fenológicos do feijoeiro: V2, V3, V4, R5, R6, R7 e R8 e em uma testemunha. A parcela experimental tinha quatro linhas de 7,00 m de comprimento, espaçadas de 0,45 m, com área útil da parcela de 4,50 m2 O experimento foi instalado em uma área há oito anos sob plantio direto, com semeadura realizada de acordo com a tecnologia recomendada para a cultura, com adubações no sulco e em cobertura e tratamentos fitossanitários para que os feijoeiros se desenvolvessem normalmente. No modelo de interferência inicialmente sujo, se manteve a presença das plantas daninhas com os feijoeiros desde a sua emergência até que os diferentes estádios fenológicos fossem alcançados, quando então foi feito o controle químico das infestantes, mantendo os feijoeiros na ausência das plantas daninhas até a colheita, tendo este modelo uma testemunha sempre suja, enquanto que, para o modelo inicialmente limpo, os feijoeiros foram mantidos livres da presença das plantas daninhas, por meio de controle químico, desde a sua emergência até os diferentes estádios fenológicos e a partir destes, as parcelas foram mantidas com a presença das infestantes até a colheita, tendo este modelo uma testemunha sempre limpa. Foram avaliados o rendimento e seus componentes, as características morfológicas, a matéria seca e a partição da matéria seca dos feijoeiros, a composição específica, matéria seca e densidade das plantas daninhas. O período crítico de prevenção da interferência, ocorreu entre os estádios fenológicos V4 e R6. A interferência das plantas daninhas reduziu em média 71,00% o rendimento de grãos dos feijoeiros, influenciando negativamente os componentes do rendimento, as características morfológicas, matéria seca e partição da matéria seca dos feijoeiros, especialmente para aqueles estádios fenológicos que conviveram com as plantas daninhas por um maior período de tempo, como o estádio V2, bem como para aqueles em que ocorre uma alta atividade metabólica e fotossintética na planta, com grande demanda pelos fatores de competição, estádios R7 e R8. Com relação a comunidade infestante, as dicotiledôneas representaram 61,30% das plantas daninhas, destacando-se as espécies Bidens pilosa e Richardia brasiliensis, com 30,60% e 16,60%, respectivamente; e as monocotiledôneas com 38,70% da comunidade infestante, com destaque para as espécies Digitaria horizontalis e Brachiaria plantaginea, com 23,60% e 14,30%, respectivamente. |
|---|