AS CRIANÇAS QUE NÃO EXISTIAM: A INFÂNCIA E A LITERATURA INFANTIL EM ANA MARÍA MATUTE
Este artigo traz algumas reflexões sobre a violência como tema da literatura infantil e sobre a criação literária como possibilidade de expressão de si. Para tanto, comenta Los niños tontos, de Ana María Matute, livro composto por 21 contos protagonizados por crianças marcadas pelo isolamento social...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositório: | Caderno Seminal Digital |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/14393 |
| Acesso em linha: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/cadernoseminal/article/view/14393 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Violência Literatura infantil Processo Criativo Ana María Matute |
| Resumo: | Este artigo traz algumas reflexões sobre a violência como tema da literatura infantil e sobre a criação literária como possibilidade de expressão de si. Para tanto, comenta Los niños tontos, de Ana María Matute, livro composto por 21 contos protagonizados por crianças marcadas pelo isolamento social. A autora, apesar de valer-se da estética do Tremendismo espanhol, recorre ao lirismo para narrar histórias de meninos que vivem à margem do mundo adulto, estabelecendo, segundo se considera neste artigo, uma vinculação com a própria experiência na infância. Este estudo, portanto, volta-se para o processo de criação artística de Matute e, com esta base, problematiza concepções de literatura infantil. |
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