Óleos essenciais no controle de Vairimorpha sp. em Apis mellifera
A nosemose em abelhas é uma doença causada por duas espécies de microsporídeos parasitas, Vairimorpha apis e Vairimorpha ceranae. Esses patógenos são parasitas intracelulares obrigatórios que infectam as células epiteliais do intestino médio das abelhas. O único tratamento anteriormente considerado...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Udesc |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.udesc.br:UDESC/21730 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/21730 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Abelhas Alimentação de Colmeias Carqueja Copaíba Rícino Toxicidade. |
| Sumario: | A nosemose em abelhas é uma doença causada por duas espécies de microsporídeos parasitas, Vairimorpha apis e Vairimorpha ceranae. Esses patógenos são parasitas intracelulares obrigatórios que infectam as células epiteliais do intestino médio das abelhas. O único tratamento anteriormente considerado eficaz contra o patógeno, a fumagilina, foi proibido em diversos países devido ao potencial risco de contaminação do mel com resíduos. Tendo em vista a gravidade dos danos que este patógeno pode causar nas abelhas e a ausência de produtos legalizados para seu tratamento, este experimento tem como objetivo avaliar o potencial de óleos essenciais no controle da infecção por Vairimorpha spp. O experimento foi realizado em duas etapas principais: na primeira, avaliou-se a toxicidade dos óleos essenciais em abelhas, com análises bioquímica da hemolinfa e cortes histológicos dos intestinos destas abelhas para identificar possíveis alterações morfológicas decorrentes da administração dos óleos. Na segunda etapa, conduziu-se o experimento no apiário, com suplementação alimentar das colmeias com os óleos essenciais e posterior medição da área de crias dos diferentes tratamentos. Em ambas as etapas, os tratamentos foram organizados em cinco grupos: o tratamento 1 – controle (sem aditivos); tratamento 2 - óleo essencial de copaíba (Copaifera langsdorffii); tratamento 3 - óleo de rícino (Ricinus communis); tratamento 4 - extrato oleoso de carqueja (Baccharis trimera); e tratamento 5 - uma mistura (blend) dos três óleos anteriores. Nenhum dos óleos teve efeito tóxico para as abelhas. Conclui-se que nenhum dos óleos testados neste experimento apresentou efeito significativo para o controle dos esporos de Vairimorpha spp. em condições de campo. Além disso, o óleo de rícino demonstrou efeito adverso, promovendo um aumento na carga de esporos nas abelhas, tendo um alcance, no pico de infecção de mais de 34 milhões de esporos por abelha para o tratamento três. |
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