[en] CLOSE UP, NO ONE IS ABNORMAL: THE DISCURSIVE CONSTRUCTION OF IDENTITIES OF PEOPLE WITH DEFICIENCY IN EXTENDED EDUCATIONAL TRAJECTORIES
[pt] Esta tese apresenta perfis de configuração identitária, a partir de narrativas de trajetória escolar - da educação infantil à universidade - de sete pessoas com diferentes lesões congênitas (cegueira, baixa visão, paralisia cerebral e mielomelingocele). Alinhada a uma concepção socioconstrutivi...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de documento: | tese |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) |
| Repositório: | Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:MAXWELL.puc-rio.br:9611 |
| Acesso em linha: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=9611&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=9611&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.9611 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | [pt] POSICIONAMENTO [pt] DEFICIENCIA [pt] TRAJETORIA ESCOLAR [en] IDENTITY [en] DISABILITY [en] SCHOOL TRAJECTORY [en] POSITIONING |
| Resumo: | [pt] Esta tese apresenta perfis de configuração identitária, a partir de narrativas de trajetória escolar - da educação infantil à universidade - de sete pessoas com diferentes lesões congênitas (cegueira, baixa visão, paralisia cerebral e mielomelingocele). Alinhada a uma concepção socioconstrutivista da linguagem, articula a análise dos posicionamentos acionados nas entrevistas às posições de sujeito disponibilizadas pelos discursos pedagógicos e pelos movimentos sociais, para as pessoas que não se encaixam no que foi historicamente estabelecido como corpo normal. Essa perspectiva é inspirada nos Disability Studies, nos trabalhos de Michel Foucault e na sociolingüística que fornecem instrumentos para captar os efeitos contextuais de quem diz o quê para quem, observando como as pessoas incorporam, recusam, ignoram ou resistem às interpretações hegemônicas de normalidade e diferença, em nossa sociedade, hoje. Uma das contribuições do estudo é demonstrar que no movimento identitário a presença de atributos físicosensoriais diferenciados do padrão não posiciona, necessariamente, os indivíduos como pessoas com deficiência. As pistas de que o discurso da integração individual, através da auto-superação com apoio da família, ainda prevalece sobre as formações discursivas da inclusão e da diferença, nos põe a pensar sobre as condições de possibilidade de emergência, no Brasil, de discursos contrahegemônicos que possam deslocar as diferenças físico-sensoriais- cognitivas do lugar de anormalidade. |
|---|